Coleção Kumori · Nagi

O vento que escolheu parar.

Bonsai de zimbro natural estabilizado, moldados pelo vento e tornados imortais pelas mãos das nossas Oficinas. Cada Nagi é único, como o momento de calma depois da tempestade.

— A tranquilidade que fica —
Deslize
Peça única · Feito à mão

Bonsai Kumori Nagi 50 cm. Zimbro estabilizado

A quietude que resta.

Um bonsai de zimbro natural estabilizado, com a copa horizontal em camadas e os troncos sinuosos esculpidos pelo vento. Vive sem água, sem luz, sem tempo. Permanece tal como o viste pela primeira vez.

Altura 50–58 cm
Largura da copa 30–35 cm
Vaso Ceramica bianca a onde
Material Ginepro stabilizzato
Localização Interno
Cura Nessuna
€145,00
IVA incluído
Ao clicar, um artista começará a criar o seu Nagi

Fabricado à mão nas Oficinas dos Jardins de Giulia. Cada Nagi é uma peça única.

Prazo de fabrico: 5–6 dias úteis.

A lenda

O zimbro na falésia.

No Japão, conta-se que o zimbro é a árvore que o vento deixou de conseguir dobrar. Cresce nas falésias, nos cumes, onde nenhuma outra consegue criar raízes. O vento torce-o, escava-o, molda-o durante anos — até que, um dia, o zimbro deixa de lutar e se torna nessa forma.

A partir daí, é nagi: a calma que se segue à tempestade. O vento passa e já não o toca. Tornou-se ele próprio a paisagem.

Um Kumori Nagi é esse momento trazido para dentro de casa. Não uma árvore imóvel: uma árvore que terminou a sua luta.

O vento que escolheu parar.
Artesanato

Como nasce um Kumori Nagi.

Cada Nagi nasce nas nossas Oficinas. Quatro gestos, uma história.

01

A escolha do zimbro

Antes mesmo do Nagi, existe o zimbro. Agulhas e raminhos colhidos e estabilizados através de um processo natural, depois selecionados um a um: apenas os mais vivos, os mais densos, aqueles que ainda guardam no interior o perfume dos cumes.

É o primeiro gesto, o mais silencioso. Um Nagi que nasce de um zimbro medíocre nunca será um verdadeiro Nagi.

02

A escolha dos troncos

Cada tronco é já uma paisagem em miniatura. Tem a sua própria torção, o seu próprio ritmo, a sua própria respiração. Diante de uma dezena de troncos pousados sobre o linho, observamos as suas curvas, avaliamos as suas proporções e imaginamos a copa por cima. Nada se dobra: escuta-se.

Escolhem-se apenas aqueles que já contêm dentro de si a forma do Nagi.

O medalhão
03

O medalhão

A cada Nagi, antes de partir, atamos um pequeno medalhão de cerâmica. Moldamo-lo à mão, um a um, desde a argila crua até à cozedura. Não há dois iguais: cada um traz as marcas de quem o fez, as suas pequenas imperfeições, a assinatura em relevo das Officine.

É a nossa etiqueta — frágil, viva, verdadeira.

04

O ritual final

Quando o Nagi está pronto, observamo-lo demoradamente. Uma última verificação, um ramo endireitado, uma agulha recolocada no seu lugar. Depois, embrulhamo-lo à mão em papel de seda, colocamo-lo sobre uma cama de palha de madeira natural e fechamo-lo numa caixa que ostenta o seu nome.

Parte rumo à sua casa, protegido como uma pequena paisagem em viagem.

O nosso compromisso

Aquilo em que acreditamos.

Quatro princípios que orientam cada Nagi que sai das nossas Oficinas.

I.

Feito verdadeiramente à mão.

Cada Nagi nasce pelas mãos de um artista das nossas Oficinas. Sem linhas de montagem, sem automação. Apenas gestos precisos e tempo.

II.

Unicidade irrepetível

Nenhum Nagi é igual a outro. Como um zimbro na falésia, cada planta tem a sua torção, o seu ritmo, o seu carácter. O que receber será só seu.

III.

Beleza que perdura

O zimbro é estabilizado através de um processo natural que mantém as agulhas e as cores durante anos. Não murcha, não precisa de água, não exige cuidados que não tens.

IV.

Respeito pela natureza

Trabalhamos apenas com materiais naturais recolhidos de forma responsável. O zimbro, a cerâmica, o papel: tudo tem uma origem e uma história que podemos contar.

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